Tive muitas experiências marcantes associadas à leitura e escrita. Leio muito desde pequenina. Creio que fui influenciada pelo meu pai. Ele é um devorador de livros. Ele me apresentou ao mundo da leitura e nele permaneci. No que se refere a gosto pela leitura me identifico com a jornalista e escritora Danuza Leão, pois não sigo um critério específico e também creio que um livro é bom ou não. O meu Ensino Médio foi muito marcante. Nesta fase a professora de Português (Izabel Terezinha Araújo Gusmão) cobrava muito a produção escrita. A dissertação para ser mais exata. Lembro-me de receber elogios dela sobre minha argumentação e coerência e isso me alegrava muito, pois um elogio vindo de alguém tão admirável era muito gratificante. A boa argumentação é o reflexo de muita leitura. É incompreensível dissociar leitura e escrita, como lembrou Nilson José Machado em seu depoimento.
A leitura dos depoimentos dos colegas no Fórum do Módulo 2 do Curso Melhor Gestão, Melhor Ensino propiciou-me boas recordações. Lembrei-me que tanto no Ensino Fundamental como no Médio eu era a escritora dos trabalhos em grupo. Também recordei que a cartilha esteve presente em minha alfabetização. Minhas professoras das 1ª e 2ª séries a utilizava. E a que a série vagalume marcou minha adolescência. Lembro-me de ter feito trabalhos, resumos, provas e até uma encenação com alguns colegas sobre um dos livros. Os primeiros que li era uma sequência de histórias sobre o cachorrinho Samba. Eu adorava. Em síntese, cada vez é mais claro que a leitura e a escrita oferecem aos alunos a possibilidade de descobrir caminhos à aprendizagem significativa. Possibilitam que eles interpretem, divirtam-se, sistematizem, confrontem, registrem, informem-se e, enfim, vivenciem experiências mágicas que marcarão suas vidas positivamente.
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