sábado, 15 de junho de 2013

Comentário sobre o Plano De Aula da Daniela Zeffiro Manzini

É importante o plano de aula para nos orientar o que devemos ensinar, e o que o aluno deve aprender, e lembrando que faz parte de nosso dia a dia. E os princípios do currículo , comprometido com seu tempo são :
I. Uma escola que também aprende.
II. O Currículo como espaço de cultura.
III. As competências como referência.
IV. Prioridade para a competência da leitura e da escrita.
V. Articulação das competências para aprender.
VI. Currículo contextualizado no mundo do trabalho.
POR QUE O ENSINO POR COMPETÊNCIAS ? 
       Uma nova cultura modifica as formas de produção e apropriação dos saberes;
       O mundo mudou – temos decisões a tomar, muitos procedimentos a aprender, muitos problemas a resolver ;
        A escola de hoje tem uma função social urgente ;
        O mundo é globalizado ;
       Contexto sócio-educacional: exigem-se pessoas que saibam fazer e que tenham capacidade para planejar e resolver problemas ;
       Crise educacional: os alunos não se interessam por saberes sem sentido, sem utilidade ;
       Transformações tecnológicas/sociais e culturais ;
       Hoje  é preciso saber “APRENDER A APRENDER “ ;
       Sociedades cada vez mais complexas marcadas por tensões e contradições ;
       Sociedades que se caracterizam pelo consumo,   tecnologia, conhecimento e informação ;
       Sociedades que, por implicação, a educação é um direito, uma necessidade de todos.

Plano de Aula

Este plano de aula foi elaborado pela equipe do grupo 1 , interagindo através do fórum e do correio.
Plano de Aula
Tema : Números /Álgebra
Conteúdo :
Conjunto dos Números Racionais ;
Pensamento Algébrico ;
Aplicação à resolução de Problemas.
Objetivo Geral:
       Desenvolver no aluno o pensamento e raciocínio para solucionar problemas ;
       Propiciar a compreensão da evolução do pensamento científico, através da ampliação de conceitos e/ou da construção de objetivos abstratos.
       Ampliar as possibilidades de representações através da linguagem matemática exercitando as argumentações lógicas e o uso de expressões algébricas.
Objetivo Específico :
       Compreender o funcionamento de sistemas decimais e não decimais de numeração e realizar cálculos simples com potências ;
       Compreender a relação entre uma fração e a representação decimal de um número, sabendo realizar de modo significativo as operações de adição, subtração, multiplicação e divisão com decimais;
       Saber realizar operações de adição, subtração, multiplicação e divisão de frações, compreendendo o significado das operações realizadas;
       Compreender o significado dos números negativos em situações concretas, bem como das operações com negativos;
       Saber realizar de modo significativo as operações de adição, subtração, multiplicação e divisão de números negativos ;
        Desenvolver habilidades necessárias para resolução de problemas .
Justificativa :
       Necessidade de resgatar e ampliar as competências e habilidades  relacionadas a leitura e escrita do aluno, no desenvolvimento , resolução de problemas envolvendo os números racionais, o raciocínio lógico, e saiba operar com números racionais.
         Uma maneira dos conteúdos se tornarem compreensíveis de forma eficaz, é apresentá-los aos alunos inseridos e contextualizados em  situações problema, que de alguma forma façam sentido a eles e os estimulem a tentarem solucioná-los como desafios. 
Procedimentos Metodológicos :
       1ª Etapa : Apresentação
Explicação sobre o assunto no quadro-negro para maior compreensão dos alunos. Leitura compartilhada e explanação do professor de narrativas  relembrando várias situações que o homem passou até descobrir a necessidade dos números racionais.
       2ª Etapa : Desenvolvimento
Levantamento e explicação de situações problema onde podem obter números não inteiros e, assim, estaremos diante da ideia de uma fração, por isso a necessidade de criar um conjunto de números racionais. Esclarecer que este é formado por todos os números que podem ser escritos na forma a/b, tais que a e b sejam inteiros, ou na forma decimal, que pode ser exata ou inexata.
Resolução de exercícios do Caderno do Aluno, com monitoramento, para por em prática os conceitos abordados.
A integração e o desenvolvimento das operações básicas com frações através de jogos matemáticos
        3 ª Etapa : Conclusão
Promoção de momentos de auto avaliação, discussão colaborativa, das atividades ( feedback ) e argumentação.
Recursos Materiais e tecnológicos :
       Livros didáticos  e apostilas ( Caderno do professor juntamente com o caderno do aluno );
        Vídeos;
        Retroprojetor e Data Show;
        Pesquisas em jornais, livros, revistas,  internet etc.;
        Quadro negro ( Correção dos exercícios ) ;
       Jogos  matemáticos.
Avaliação :
       A         avaliação deve ocorrer  ao longo do processo ( Contínua);
       Observação do desenvolvimento dos exercícios no dia a dia nos alunos;
       Trabalho em grupo;
       Avaliação Individual;
       Listas de exercícios – lição de casa.

Experiência com o uso de narrativas e atividades de leitura e escrita em aula

Esse texto e as demais narrativas do site utilizei em diferentes séries. No 6º ano para explorar as operações básicas. No 7º ano no trabalho com sistemas de numeração antigos. Enfim, em diferentes situações. Espero que possa contribuir com a prática docente dos colegas de grupo e demais educadores que visitarem nosso blog.

“História: Uma visita à casa do vovô”

Os gêmeos Leonardo e Matheus tinham 6 anos e todo sábado a tarde sua mãe levava-os
para a casa de seu avô para passar o resto do fim de semana.
Quando chegaram na casa do vovô Carlos, perceberam que ele estava arrumando a casa:
- Como vão os meus netinhos? – perguntou o avô – Vocês querem me ajudar a arrumar o
porão?
- Claro! – exclamaram ambos.
Os três desceram até o porão, e viram que estava muito bagunçado.
- Nossa vovô! Que bagunça! – disse Léo.
- É... Faz muito tempo que eu não arrumo aqui.
-Que caderno é esse? – perguntou Matheus, pegando um caderno empoeirado debaixo da
estante da televisão quebrada.
- Esse é o meu caderno de Matemática que eu usei durante meus anos escolares. – disse o
avô pegando e abrindo o caderno.
- E o que são esses tracinhos um em cima do outro? – questionou Léo.
- Esse é o sinal de igual ( = ), é quando um número é igual ao outro e a gente diz que eles são
iguais, como 3 = 3.
- E essa cruz? – agora foi a vez de Matheus tirar a sua dúvida.
- Esse é o sinal de mais ( + ). É quando você quer somar um número com outro, como 2 maçãs
+ 3 maçãs = 5 maçãs.
O tracinho que vocês estão olhando é o sinal de menos ( - ), você usa quando quer tirar uma
coisa de outra, como 7 cachorros – 4 cachorros = 3 cachorros.
- Olha aqui maninho, outro sinal de mais!
- Não, Matheus. Esse é o sinal de vezes ou multiplicação, quando se multiplica alguma coisa, é
como se estivesse somando essa coisa diversas vezes. 5 x 3 é a mesma coisa que somar três
porções de cinco ou somar cinco porções de três. Assim: 5 x 3 = 5 + 5 + 5 = 3 + 3 + 3 + 3 + 3 = 15.
Esse outro sinal é de divisão e dividir (÷) é o contrário de multiplicar. É como pegar um número
e desdobrar em diversos pedaços iguais, como 15 ÷ 3 = 5.
- E esse vovô? – perguntou Léo - também é de dividir?
- Não, esse é o sinal de porcentagem (%), “significa simplesmente“ dividido por 100.
- Vô, porque tem um número pequeno do lado dos outros?
- Isso significa potência, mostra a quantidade de vezes que você multiplica um número por ele
mesmo, como 2 x 2 x 2 = 2³ = 8 e... Eu acho que está ficando tarde, vão para a cama, amanhã eu
mostro mais pra vocês.
No dia seguinte, os irmãos acordaram bem cedo e foram pegar o caderno do avô. Mas não se
conformavam com uma coisa:
- O vovô não disse que o caderno era de matemática, então por que tem letras escritas aqui,
Matheus?
- Não sei, talvez seja porque... - os passos do avô interromperam os dois e logo que
perceberam que vovô Carlos estava acordado, foram direto perguntar.
- Vovô!! Vovô!! Por que tem letras no caderno de matemática?
- Bom dia primeiro, né? Por que já estão acordados?
- Nós queríamos ver mais coisas do seu caderno, mas achamos algumas letras...
- Aaaaahhh... Esses são os números romanos, eram usados na Roma antiga, não tinha o 0, 1,
2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 e 9. Os números eram: I=1, V=5, X=10, L=50, C=100, D=500 e M=1000.
- Meu Deus! – exclamou Matheus – Deve ser muito difícil fazer conta com esses números.
- Esses números são usados ainda hoje para a marcação dos séculos, por exemplo: nós
estamos no século XI. Agora vamos tomar o café da manhã.
Chegando na mesa, Léo e Matheus se sentaram enquanto o avô preparava o pão e o leite.
- Léo, não brinca na mesa! – falou Matheus.
- Se eu quiser eu brinco, seu chato!!
Ouvindo a briga, seu Carlos resolveu interferir.
- Ei!! O que está acontec... Léo... Você achou meu ábaco!!
- ÁBACO?!?! – perguntaram os dois ao mesmo tempo.
- É... O ábaco tem umas varetas de arame cheias de bolinhas, e cada uma das varetas é
dividida em duas seções, com uma conta na parte de cima e quatro contas na parte debaixo. É
deixado um espaço livre para as contas poderem deslizar.
- Explica direito vô, eu não entendi nada! – disse Matheus
- A posição das bolinhas em cada vareta do ábaco representa um número.
Quando a bolinha sozinha é empurrada para cima e o grupo de quatro contas é empurrado para
baixo, temos representado o número 0.
Quando uma das bolinhas debaixo é empurrada para o meio, temos representado o número 1.
Quando três das bolinhas debaixo estão no meio, temos representado o número 3.
Quando a bolinha do lado de cima de uma vareta está no meio, temos representado o número
5, e assim vai!! Querem tentar?
- SIM!!!
Passadas algumas horas, sua mãe chegou para buscá-los.
- Oi filhos, que presente o vovô deu pra vocês desta vez? Um carrinho, um boneco, uma bola...
- Não, ele deu um ábaco.
- Um ábaco? Se depender do avô eles vão ser professores de matemática quando crescerem.
- Isso mesmo mamãe, igualzinho a professora Carla!!
AUTORIA AUTORIA DE:
Leonardo Venturini Salazar – aluno do 8º ano do CSM
Matheus Tognozzi Fabri – aluno do 8º ano do CSM

Texto extraído do site: http://www.sinprosp.org.br/congresso_matematica/revendo/dados/files/textos/Relatos/APRENDER%20MATEM%C3%81TICA%20ATRAV%C3%89S%20DA%20LEITURA%20E%20PRODU%C3%87%C3%83O%20DE%20TEXTO.pdf

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Agradecimentos

A Deus,
Pela força espiritual para realização desse trabalho,
Aos meus pais Izidoro e Elza ( in memória- Te Amo muito )
Pelo eterno orgulho de nossa caminhada, pelo apoio,
compreensão, ajuda, e , em especial, por todo carinho ao longo deste percurso
Pelo carinho, compreensão e pela grande ajuda
Aos meus amigos do curso,
Pela cumplicidade, ajuda e amizade
Ao nosso tutor,
Pela orientação deste trabalho

Depoimento sobre leitura e escrita da Andreia Cristina Martins Aquino

Estarei       relatando o depoimento        sobre o    título acima citado que ocorreram    nos  dias  ( 28/05/2013, 31/05/2013, 01/06/2013, 03/06/2013, 05/06/1013  ) , no fórum  do módulo 2  :
èTive muitas experiências marcantes associadas à leitura e escrita. Leio muito desde pequenina. Creio que fui influenciada pelo meu pai. Ele é um devorador de livros. Ele me apresentou ao mundo da leitura e nele permaneci. No que se refere a gosto pela leitura me identifico com a jornalista e escritora Danuza Leão, pois não sigo um critério específico e também creio que um livro é bom ou não. O meu Ensino Médio foi muito marcante. Nesta fase a professora de Português (Izabel Terezinha Araújo Gusmão) cobrava muito a produção escrita. A dissertação para ser mais exata. Lembro-me de receber elogios dela sobre minha argumentação e coerência e isso me alegrava muito, pois um elogio vindo de alguém tão admirável era muito gratificante. A boa argumentação é o reflexo de muita leitura. É incompreensível dissociar leitura e escrita, como lembrou Nilson José Machado em seu depoimento;
èInteressante o seu ponto de vista Valter. O senso crítico e o discernimento é essencial a um bom leitor;
è Os depoimentos das personalidades nos trazem boas referências, uma vez que mostra a paixão pela leitura. Exceto a psicanalista Anna Verônica Mautner que afirma não poetizar e a meu ver se vê presa a sua ciência e ao não explicar os sentimentos humanos. Atentei-me para o depoimento da professora Marilena Chauí que descreve os livros e o seu caráter de “abrir mundos”.  O parecer de Contardo Calligaris e J.C. Violla cativou-me. O primeiro por associar a Literatura a libertação do ser humano, ou seja, o aprender a sonhar a liberdade. O segundo por enxergar nela uma ajuda à alma (espiritual) e a concentração.  A visão do caráter de humanização da Literatura apresentado por Antonio Candido foi marcante também. Assim como muitas dessas personalidades faço da escrita e leitura práticas diárias. Nas atividades pertinentes ao ofício de educar e por satisfação pessoal.;
è Boas lembranças você compartilhou conosco. Lendo-as acabei recordando que tanto no Ensino Fundamental como no Médio, assim como você, eu era a escritora dos trabalhos em grupo. Creio que assim como você quando nos tornamos educadores acabamos dedicando os momentos de leitura a livros e textos científicos e direcionados ao nosso trabalho. Fica difícil conciliar com temas diferentes. Ainda assim, encontro um tempinho;
è A estratégia do desenho usada pela sua professora é muito boa. É atrativa aos alunos das séries iniciais. E claro que o incentivo a leitura promovido por ela é louvável. Boas lembranças;
è Ler o depoimento da Tania promoveu-me um "flashback". A cartilha esteve presente em minha alfabetização. Minhas professoras das 1ª e 2ª séries a utilizava. E a série vagalume marcou minha adolescência. Lembro-me de ter feito trabalhos, resumos, provas e até uma encenação com alguns colegas sobre um dos livros. Os primeiros que li era uma sequência de histórias sobre o cahorrinho Samba. Eu adorava;
è Com a leitura dos depoimentos dos colegas cada vez é mais claro que a leitura e a escrita oferecem aos alunos a possibilidade de descobrir caminhos à aprendizagem significativa. Possibilitam que eles interpretem, divirtam-se, sistematizem, confrontem, registrem, informem-se e, enfim, vivenciem experiências mágicas que marcarão suas vidas positivamente;
è Olá Daniela, você está certa é impossível separá-las. Boa noite;
è Oi Daniela. Esse compartilhar de ideias no fórum é imprescindível a nossa aprendizagem. Afinal, formamos um grupo de estudos. Nesse trabalho fica evidenciada aimportância da interpretação na leitura de um problema. Quantas vezes nos deparamos com nossos alunos afirmando que não sabem resolver um problema e quando fazemos a leitura com eles atentando aos dados essenciais do problema eles conseguem solucioná-lo. Voltamos a competência leitora. Não só o ler por ler, mas o ler com criticidade e discernimento;
è Boa noite Maria Isabel. Seu depoimento é muito emocionante. A exposição de suas dificuldades de acesso a jornais e revistas promove uma reflexão sobre a valorização do aprender. Hoje, o acesso à informação é muito fácil para muitos adolescentes e, dessa forma, eles não se dão conta da importância desse acesso para o crescimento deles. Ainda há "o outro lado da moeda", ou seja, jovens que não tem acessibilidade às informações. Essa reflexão quanto educadores é importante;
èSua experiência de leitura compartilhada com seus alunos é uma excelente sugestão de trabalho. Essa interação com o professor auxiliar é muito positiva;
è Essa dramatização com os alunos proposta pela sua professora é fascinante. Creio que são poucos que possuem essa facilidade em encenar, dramatizar ou incorporar um personagem, como você citou. Mas aos que a possuem e aos que quiserem se aventurar é uma excelente dica.

Depoimento sobre leitura e escrita do Adriano Moreira Dias

Estarei relatando o depoimento sobre o  título acima citado que ocorreram nos  dias  ( 2/06/2013 á 04/06/2013  ) , no fórum  do módulo 2  :
èTranscrevendo a fala do Professor Nilson Jose Machado; “ Ler é fundamental para seguir regras com consciência, mas a expressão pessoal é vital, e a escrita é essencial para isso. A oralidade esvanece, a escrita permanece”.Com reflexão a esta frase posso deixar registrado aqui como ocorreu parte de minha experiência com a leitura e escrita, concordando com a frase do professor Nilson.Eu não tive alguém para me espelhar enquanto criança porque em minha casa ninguém tinha o costume de ler, por falta de formação e informação de meus pais. O que me despertou para o hábito da leitura e a escrita foram as cobranças que sempre tive por parte dos meus professores, pois eu tinha que ir bem nos estudos e através disso fui adquirindo o hábito de estudar  (ler e escrever). Um leitor dinâmico está sempre receptivo à toda leitura a fim de praticar o exercício diário da paciência, reflexão, compreensão e escrita a qual, juntamente com a leitura, transforma o ser humano;
è Olá Dulcinéia, eu também aprendi a ler e escrever com a cartilha " Caminho Suave"; na escola que trabalho (Geracina de Menezes Sanches), já me deparei com o exemplo que você citou de alunos de 14 anos ou pouco menos sem saber ler e escrever, não é incomum, pois já tive experiências parecidas, pois tem alunos que chegam ao 6 º ano sem saber ler e escrever e percebo que alguns professores de português tentam incentivar e ajudar os mesmos com a leitura e escrita;
è Olá Daniela, foi bem lembrado o depoimento do Newton Mesquita, me recordei agora de um momento na 3 ª serie (4º ano atualmente) que minha professora incentivava toda semana que trouxéssemos uma frase de qualquer revista ou livro para lermos para os demais alunos e explicarmos o porque havíamos escolhido aquela frase. Lembro que desta forma sempre estávamos buscando conhecimento, apreendendo ler melhor e consequentemente escrever melhor, ótima "ginástica para nossas imaginações";
èElisangela gostei da frase “ A leitura  é uma transformação fundamental na vida do ser humano” e acrescento que as histórias infantis contribuem muito na aprendizagem do ler e de cada aluno;
è Olá Kenia, acho muito interessante você ter trabalhado jogos com os alunos, isso é de extrema importância para o ensino/aprendizagem e com certeza ajudará o aluno em sua habilidade de leitura, interpretação e consequentemente favorecendo sua escrita e o melhor brincando poderão aprender.

Depoimento sobre leitura e escrita - Dulcineia Marin Viani

Estarei relatando o depoimento sobre o  título acima citado que ocorreram nos  dias  ( 29/05/2013,  02/06/2013 ) , no fórum  do módulo 2  :
è "Hoje, é incompreensível uma dissociação entre a leitura e a escrita. A expressão de si e a compreensão do outro são competências complementares. Ler é fundamental para seguir regras com consciência, mas a expressão pessoal é vital, e a escrita é essencial para isso. A oralidade esvanece, a escrita permanece. Animais comunicam-se oralmente; a peculiaridade do ser humano reside na escrita. É preciso ler e compreender o mundo, mas, na escola da vida, temos que assinar o livro de presença. Decididamente, a escrita não é um luxo." - Nilson José Machado.
Sempre encarei a leitura como algo prazeroso, durante a juventude meu gênero preferido era romance. Após meu casamento (Maio/80) comecei a me interessar por romances espíritas (devido à doutrina de meu marido), em seguida pelos clássicos da literatura espírita, o que tem me dado suporte para enfrentar as revezes da vida e me auxiliam muito na educação. Acredito que os problemas que vivenciamos nas escolas são reflexos do momento de transição pelo qual passa o planeta  ;
èConcordo com o professor Valter quando diz que precisamos saber filtrar as informações da Web. Nossos alunos precisam dessa conscientização para o seu desenvolvimento pleno diante da informação saber construir conhecimento;
è A Leitura é como uma fonte que nos traz novas ideias, aumentando nosso vocabulário que faz com que as nossas produções escritas se destaquem diante das demais;
èFazer retrospectiva dos tempos de infância é sempre muito gostoso. Assim como você, também tenho lembranças agradáveis dos meus tempos de escola e posso afirmar que meus professores influenciaram muito na pessoa que me tornei, só tenho à agradecê-los. Atualmente busco caminhos de interação com meus alunos, sei que só vou conseguir deixar algo neles se primeiro cativá-los e como no filme "Pequeno Príncipe" você se torna responsável por aqueles que cativa ;
èOlá Tania,gostei muito do seu relato,tanto da cartilha "Caminho Suave",como do seu método de ler anotando o significado das palavras em um caderninho, acho que deveríamos falar mais de nossas experiências aos nossos alunos. Hoje é triste ver alunos de 14 anos sem saber ler e escrever, tem um caso que chegou este ano na escola onde trabalho (Regina Valarini Vieira), vejo a professora de português usando de recursos semelhantes aos de uma criança de 6 ou 7 anos, fico feliz de saber que independente da idade do aluno ainda tem professor preocupado em inseri-lo no meio em que está;
èOlá Anderson, Nós professores de matemática e todos os outros professores independente da disciplina trabalhada, podemos e devemos contribuir com o desenvolvimento das competências e leitora e escritora de nosso aluno. Em matemática precisamos ensinar algoritmos, sim, mas principalmente ensinar o aluno diante de um problema cotidiano, saber ler, interpretar e associar as regras matemáticas (algoritmos) na solução do mesmo, só assim estaremos mostrando a importância de nossa disciplina;
èComeçou em abril em minha escola (Regina Valarini Vieira) um projeto chamado "Ler é Contagioso", em toda primeira aula do período, faz-se a leitura de um capítulo de um livro selecionado pela sala e comenta-se (Professor lê para o aluno e aluno lê para o professor). No momento nos sétimos anos estamos fazendo a leitura das narrativas do "O Homem que Calculava" de Malba Tahan. Os alunos adoraram a história da divisão dos 35 camelos para os 3 filhos, deu para trabalhar frações, múltiplos, divisão, multiplicação e leitura e interpretação,com análise das respostas encontradas ;
èLi hoje na revista Cálculo que recebemos mensalmente e estou me lembrando do seu comentário referente a pesquisa que você citou, com relação a análise dos  resultados encontrados nos problemas. A situação é a seguinte: Um terreno quadrado de 50m de lado será dividido para duas pessoas, fazendo uma cerca em uma das diagonais do quadrado (o professor lança essa questão para mostrar aplicabilidade do Teorema de Pitágoras), o resultado encontrado 50 vezes raiz quadrada de 2( desculpe, não soube nesse note escrever o radical), resolve o exercício de matemática da sala de aula, mas não faz sentido para a maioria de nossos alunos, precisamos resolver o problema para a vida, quantos metros de arame ele irá comprar para cercar seu terreno?